O DESAFIO DA CONVIVÊNCIA: Assessoria de Diversidade e Apoio aos Cotistas (2004-2008)

Acaba de ser publicado pela Revista Psicologia: Ciência e Profissão, do Conselho Federal de Psicologia, o artigo "O DESAFIO DA CONVIVÊNCIA: Assessoria de Diversidade e Apoio aos Cotistas (2004-2008)", de minha autoria, no qual analiso, sob o foco da gestão da diversidade, a minha experiência como assessora de diversidade e apoio aos cotistas e coordenadora do Centro de Convivência Negra - CCN da Universidade de Brasília - UnB entre os anos de 2004 e 2008.

O DESAFIO DA CONVIVÊNCIA: Assessoria de Diversidade e Apoio aos Cotistas (2004-2008) encontra-se disponível pelos links http://www.scielo.br/pdf/pcp/v33n1/v33n1a17.pdf e http://dx.doi.org/10.1590/S1414-98932013000100017.

Abaixo seguem o resumo, o abstract e o resumen do artigo:

O DESAFIO DA CONVIVÊNCIA: Assessoria de Diversidade e Apoio aos Cotistas (2004-2008)

THE CHALLENGE OF CONVIVIALITY: Advisory For diversity and support to quota holders (2004-2008)

EL DESAFÍO DE LA CONVIVENCIA: Asesoría de diversidad y apoyo a los cotizantes (2004-2008)

Jaqueline Gomes de Jesus Doutora em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações pela UnB, Brasília, DF - Brasil.

Resumo

Em 2003, a Universidade de Brasília adotou uma política de ações afirmativas para pessoas negras, o Sistema de Cotas para Negros. Em 2004, foi criada a Assessoria de Diversidade e Apoio aos Cotistas – ADAC. Ante à demanda do movimento social por uma sala de apoio aos estudantes, desenvolveu-se o Centro de Convivência Negra – CCN, espaço aberto a toda a comunidade acadêmica. O presente artigo apresenta a experiência da ADAC até 2008 e analisa os desafios da convivência entre estudantes cotistas e o espaço acadêmico a partir de pesquisa qualitativa sobre percepções, sentimentos e expectativas acerca do CCN, na forma de questionários com uma pergunta de evocação ao CCN, aplicados a 35 estudantes universitários oriundos do Sistema de Cotas para Negros frequentadores do CCN. Os dados de evocação foram analisados utilizando-se o software Evoc. Os resultados indicam que o CCN, no período analisado, era reconhecido por seus usuários como um espaço de acolhimento ante a uma organização acadêmica heterogênea, marcada por preconceitos. São discutidas as limitações e as possibilidades de intervenção a partir do uso do CCN, e uma agenda propositiva para a ADAC, com foco na gestão da diversidade.

Palavras-chave: Relações étnicas e raciais, Identidade social, Racismo, Inclusão social.

Abstract

In 2003, the University of Brasília adopted a policy of affirmative action for black people, the System of Quotas for Blacks. In 2004 the Advisory for Diversity and Support to Quota Holders was created. Faced with the demands of the social movement for a support room for students, the Black Conviviality Center was developed, a space opened to the entire academic community. This article presents the experience of the Advisory to 2008 and analyzes the challenges of conviviality between quota students and academic space, through a qualitative research on perceptions, feelings and expectations about the Center, in the form of questionnaires which contained an evocation question to the Center, applied to 35 college students from the System of Quotas for Blacks who attended the Center. The evocation data were analyzed using the software Evoc. The results indicate that the Center, in the analyzed period, was recognized by its users as a welcoming space, compared to a heterogeneous academic organization, marked by prejudices. The limitations and possibilities of interventions for the use of CCN are discussed, and an agenda for the Advisory is proposed, with a focus on diversity management.

Keywords: Racial and ethnic relations, Social identity, Racism, Social inclusion.

Resumen

En 2003, la Universidad de Brasilia adoptó una política de acciones afirmativas para personas negras, el Sistema de Cotas para Negros. En 2004, fue creada la Asesoría de Diversidad y Apoyo a los Cotizantes – ADAC. Ante la demanda del movimiento social por una sala de apoyo a los estudiantes, se desarrolló el Centro de Convivencia Negra – CCN, espacio abierto a toda la comunidad académica. El presente artículo presenta la experiencia de la ADAC hasta 2008 y analiza los desafíos de la convivencia entre estudiantes cotizantes y el espacio académico a partir de una investigación cualitativa sobre percepciones, sentimientos y expectativas acerca del CCN, en la forma de cuestionarios con una pregunta de evocación al CCN, aplicados a 35 estudiantes universitarios oriundos del Sistema de Cotas para Negros asistentes al CCN. Los datos de evocación fueron analizados utilizando el software Evoc. Los resultados indican que el CCN, en el período analizado, era reconocido por sus usuarios como un espacio de abrigo ante a una organización académica heterogénea, marcada por prejuicios. Son discutidas las limitaciones y las posibilidades de intervención desde el uso del CCN, y una agenda de propuestas para la ADAC, con foco en la gestión de la diversidad.

Palabras clave: Relaciones étnicas y raciales, Identidad social, Racismo, Inclusión social.

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