Rede Brasileira de Monitoramento e Avaliação

Missão: promover diálogos entre os diversos atores do campo de M&A

Desagregar para alcançar a Agenda 2030: como não “deixar ninguém para trás” - blogpost

Prezados,

Peço licença a todos para compartilhar uma análise de conjuntura que escrevi para o jornal eletrônico CEIRI Newspaper, especializado em Relações Internacionais. A análise versa sobre a Agenda 2030 e o lema “Deixar ninguém para trás” e, por isso, eu abordo a necessidade de desagregar os dados para alcançar os grupos marginalizados/vulneráveis. A análise ainda traz os desafios para criar e mensurar os indicadores acordados, o uso de big data, as decisões técnicas e políticas necessárias para enfrentar tais desafios e uma menção sobre o Guia para Integração dos ODS – já compartilhado nesse portal.

Acredito que a nota pode contribuir para o debate sobre o papel do M&A na Agenda 2030/ODS e suas implicações.

http://www.jornal.ceiri.com.br/desagregar-para-alcancar-agenda-2030...

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Comentário de João Antônio dos Santos Lima em 30 outubro 2017 às 7:24

Muito obrigado pelo feedback, Rafael. Concordo inteiramente com você quanto à dificuldade em ter dados relevantes, viáveis e úteis ao mesmo tempo. Acabamos seguindo a máxima de "nem tudo que conta é contado e nem tudo que é contado conta". O que eu vejo em termos de big data é a contribuição de dados de redes sociais, linhas telefônicas e consumo na rede varejista. Todas as empresas desses ramos têm acesso a dados de consumidores. Indiretamente, eles revelam quais as demandas de suas respectivas localidades (serviços e bens). Contudo, isso afeta diretamente as questões relacionadas à privacidade. Por isso é uma faca de dois gumes.

Minha real preocupação consiste no timing. Os primeiros dois-três anos da Agenda 2030 repousam nos meios para implementa-la nos contextos locais, regionais e nacionais. Para, só então, iniciar os processos de monitoramento e avaliação. Até agora, mal temos municípios engajados na Agenda. Imagina só os instrumentos para monitorar e avaliar a mesma.

Abraços e boa semana

Comentário de Rafael Arns Stobbe em 27 outubro 2017 às 15:34

Boa tarde João,

Vejo com muito interesse a temática que apresenta em seu texto, estando debatendo e analisando os elementos que voce aponta na área que atuo. Atualmente, ainda entendo que as maiores dificuldades do uso de big data e suas diferentes técnicas de análise de dados residem na captura dos dados e na difusão dos mesmos, bem como as análises para além do universo governamental.

De um lado vejo a dificuldade de termo dados desagregados que atendam as necessidades de análise, e por outro, vejo dificuldades na entrega das análises para quem possa ser útil.

Num paralelo com os usos de big data e data science no comércio global, hoje não conseguimos ter dados que permitam saber de necessidades ou demandas individuais / locais a ponto de conseguirmos produzir entregas melhor desenhadas a tais necessidades e demandas.

Caso voce ou demais colegas da Rede conheçam iniciativas que estejam voltadas a estes pontos seria interessante se puderem compartilhá-las, sendo que tenho grande interesse em contribuir.

Por fim, novamente reitero meu apreço pela temática que voce trouxe.

Abraços

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