Rede Brasileira de Monitoramento e Avaliação

Missão: promover diálogos entre os diversos atores do campo de M&A

A SOCIEDADE CONTINUA SENDO EXPECTADORA DOS FATOS / PRECISAMOS ASSEGURAR VOZ A SOCIEDADE

Vamos a um momento de reflexão.

Os programas de Educação Ambiental são - muitas vezes - estruturados por pesquisadores ambientais contratados que costumam usar de modelos padrões (pacotes padronizados que são adequados a realidade da situação) para gerarem seus produtos, usando como base recursos financeiros liberados por empresas como consequência da pura decorrente de atendimento a condicionantes ambientais impostas por condicionantes ambientais, advindas de processo de licenciamento ambiental. 

A sociedade desponta apenas como agente receptor do programa gestado.

Se deixa de lado o prévio conhecimento de como a sociedade que irá receber o programa de EA e  como a mesma percebe os aspectos ambientais e sociais da região em que está inserida. Não há interesse pelo antecipado diagnóstico de informações que deveriam ser levadas em consideração no processo de estruturação dos programas. Não são definidas bases para o posterior processo de avaliação (eficácia) de tais programas. Infelizmente, as metas asseguradas acabam sendo o ressarcimento do trabalho realizado pelo consultor e o atendimento legal da condicionante ambiental.

Há exceções a este posicionamento. Certamente, sim. Mas, quando de trata de Educação Ambiental não deveríamos conviver com exceções.

Este contexto foi muito bem estudado no âmbito do Conselho Estadual do Meio Ambiente (CONSEMA - ES) do Estado do Espírito Santo, através da aprovação de uma norma legal, a Resolução CONSEMA - ES 001 / 2016.

Aqueles que desejam assegurar uma nova visão para a EA no século XXI deveriam fazer uma reflexão sobre o teor dessa Resolução. Ela pode ser acessada diretamente no Google ou no site www.nepas.com.br , neste caso já com aplicações práticas dos instrumentos estabelecidos na Resolução.

O que a Resolução propõe não é em nada diferente ao que há muito anos se adota no Japão.

Para os interessados - se pertinente - fico à disposição para prestar esclarecimentos complementares.

Roosevelt Fernandes, M. Sc.

roosevelt@ebrnet.com.br  

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