Tema 3

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Para se ter uma nomeclatura a ser utilizada, pode se reunir um conselho de especialistas de várias áreas para decidir qual a nomeclatura possível. Uma referência são os Topical Interest Groups da Associação Americana de Avaliação:

http://www.eval.org/aboutus/organization/tigs.asp



Victor Maia Senna Delgado disse:

Para se ter uma nomeclatura a ser utilizada, pode se reunir um conselho de especialistas de várias áreas para decidir qual a nomeclatura possível. Uma referência são os Topical Interest Groups da Associação Americana de Avaliação:

http://www.eval.org/aboutus/organization/tigs.asp

Bem, acho que a referência depende da teoria que está utilizando...Há muitos modelos e conceitualizações definidas na literatura, especialmente por Stufflebeam. Estou com um texto em que define 22 abordagens de avaliação, por exemplo. Não acho as TIGS da AEA uma boa referência, pois funcionam mais como grupos de interesse temático. Quando você vai a uma conferência da AEA, você cola na sua roupa um adesivo, para que as pessoas saibam sobre quais assuntos têm interesse...é mais organizacional...As abordagens definidas por Stufflebeam a que fiz referências estão descritas no paper Foundational Models for 21st Century Program Evaluation.

Adriana

Victor Maia Senna Delgado disse:

Para se ter uma nomeclatura a ser utilizada, pode se reunir um conselho de especialistas de várias áreas para decidir qual a nomeclatura possível. Uma referência são os Topical Interest Groups da Associação Americana de Avaliação:

http://www.eval.org/aboutus/organization/tigs.asp

Adriana, sim, penso que por isso é importante reunir um conselho de especialistas da área para tentarmos atingir a convergência para o assunto. Encontrei o texto que mencionou, achei-o interessante, vou estudá-lo melhor. Outro do mesmo autor é a referência que Marcia Joppert me passou, um livro de Stufflebeam & Shinkfield: "Evaluation Theory, Models and Applications". Esse livro me pareceu bastante importante ao conceituar o que é o avaliador e as áreas de atuação. Temos que beber dessas fontes.

Sobre a classificação dos TIGs eu entendo que ela é mais organizacional e menos classificatória. antes de mandar o link dos grupos, procurei bastante no site da AEA, alguma sistematização (tal como a da JEL), mas não obtive sucesso. Imagino que deva haver uma, por conta da revista 'Evaluation' que eles editam. Mas de toda maneira os TIGs são uma maneira de agrupar não só pessoas, mas tópicos, podem servir um pouco de parâmetro.

Caro Victor e Adriana,

Uma dúvida: qual o benefício de uma classificação ex ante? A dificuldade é que, qualquer que seja a classificação, ela nunca abarcará todas as variedades de avaliação. Logo, mais cedo ou mais tarde, teremos que “espremer” alguma avaliação em alguma categoria que não corresponde ao que ela efetivamente avalia. Falo isso porque penso que os motores de busca hoje em dia possuem uma capacidade de refinamento muito boa. Não estou sugerindo não adotarmos nenhuma classificação, mas de repente ela pode ser criada simultaneamente à alimentação do banco de dados. Talvez, mais importante neste caso seja a padronização dos sumários executivos, que permitam a busca precisa por palavras-chave (não só pelo objeto de avaliação, mas também pela técnica de avaliação, a abrangência, o período, espaço geográfico, etc.).

Uma classificação ex ante de fato seria interessante se tivéssemos a necessidade de uma padronização internacional, o que pelo visto não há, dada a variedade de classificações que vocês sugerem.

Olá Victor, Adriana e José Jorge,

      Da perspectiva da Arquitetura da Informação e da facilitação da busca (motores de busca) uma classificação ex-ante pode ser desejável. Embora o ideal não seja uma classificação rígida, a qual sempre colocará algum documento em uma parte da hierarquia que possa fazê-la nunca ser consultada ou encontrada pelo usuário final.

      Apesar de percorrerem documentos completos, o fato é que os buscadores ainda possuem como principal fonte de busca palavras-chave, . Ainda, o desenho de banco de dados necessita de uma estrutura mínima de classificação. Então ao final, se os especialistas não apresentarem uma classificação, os analistas de sistemas responsáveis por desenvolver a plataforma que receberá as avaliação o farão. Acredito que o melhor dos mundos seria o trabalho conjunto entre especialistas em avaliação e especialistas em informação. Nesse caso o foco deveria ser o tipo de usuário a ser abrangido, muito mais que o tipo de avaliação a ser recebido. Mesmo porque a ideia é fazer com que o universo de avaliações realizadas no Brasil seja divulgado.

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