Os primeiros dados dos censos realizados entre o ano de 2010 e 2011 mostraram importantes avanços na contabilização da população afrodescendente. Apesar de que nem em todos os censos se hajam elaborado as perguntas de maneira adequada e que em alguns países não se realizaram campanhas de
informação e sensibilização aos e às pesquisadoras, a verdade é que muito mais pessoas afrodescendentes reivindicam a sua identidade e a sua cultura na hora de serem entrevistados. A realidade mostra que no caso do Brasil, um país com ampla experiência de coletar informação desagregada por raça nos censos e nas pesquisas nacionais, onde já mais de 50% da população se considera afrodescendente.

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